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Testemunha diz que provas contra Maninho não foram aceitas

Testemunha diz que provas contra Maninho não foram aceitas pela Comissão Processante, instalada na Câmara de São José dos Campos, para investigar o recebimento de “pedágio” da parte de Maninho em relação a funcionários indicados pelo político para trabalharem na prefeitura da cidade.

Paulo Sérgio Ferreira, ex-funcionário comissionado da Urbam, por indicação do vereador do PTB, participou de forma exclusiva da programação da Rádio Piratininga, nesta sexta-feira (15/02).

Exclusivo: Maninho se defende e diz que é alvo de ciumeira e armação (Ouça)

Ele contou que conhece Maninho Cem Por Cento há um bom tempo e que o ajudou na campanha de 2016. Paulo Ferreira foi uma das testemunhas de acusação ouvidas pela Comissão Processante no último dia 06.

Ferreira disse que “Nem todos que deram o depoimento na semana passada (06/02) eram de acusão. Os de acusão mesmo eram eu, o Reginaldo Pedrosa e o Benedito Ignácio. Aí teriam mais duas pessoas, que trabalham para o vereador, mas foram para defendê-lo e a Júlia que não sei por qual motivo acabou saindo em defesa do vereador”.

Paulo Sérgio Lembra que pediu para falar mais do relacionamento com Maninho, algo que foi negado. “Teve um momento durante o depoimento que eu pedi se poderia ter cinco minutos para poder falar e aí não me deram esse espaço”, ressaltou Ferreira.

Quanto a apresentação de provas, Paulo disse que havia dentro de um envelope, o qual foi trazido para a entrevista desta sexta-feira, documentos que poderiam comprovar as irregularidades cometidas por Maninho, mas que não pode apresentá-las neste processo. “Um dos vereadores perguntou se eu havia levado algo concreto e falei trouxe, está aqui comigo. Eu estava com esse envelope na mão e aí eles pediram uma pausa no depoimento, consultaram o departamento jurídico e disseram que essas provas teriam que estar atreladas ao processo lá no início, que não poderia apresentar isso ali. Eu fiquei muito chateado, me senti um palhaço”.

Paulo Ferreira também disse que o envelope contém provas contra o vereador “Eu tenho um (documento que aponta) desvio de função de um ex-funcionário de gabinete e a minha conversa com esse ex-funcionário, na qual ele diz que pagava pedágio e pagava muito para o vereador”.

Ouça aqui a entrevista com Paulo Sérgio Ferreira

Confira a resposta da vereadora Juliana Fraga clicando no link

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