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Reviravolta no caso Maninho Cem Por Cento. MBL suspeita de fraude

Reviravolta no caso Maninho Cem Por Cento (PTB) na Câmara de São José dos Campos. O MBL (Movimento Brasil Livre) suspeita de fraude no sorteio que escolheu os nomes de Lino Bispo (PR), Esdras Andrade (Solidariedade) e Roberto do Eleven (PRB) para compor a comissão processante do caso.

O sorteio de acordo com o MBL teve irregularidades, como ter sido realizado pelo vereador Marcão da Academia (PTB) e que contou o auxílio da chefe de gabinete de Juvenil Silvério, o presidente da Casa, Débora de Oliveira Alves. A suposta interferência dela no processo é questionada.

O MBL questiona a ação de Débora na conduta de dobrar os papéis para o sorteio dos integrantes da comissão. O texto do MBL aponta que os papéis de todos os vereadores foram dobrados cinco vezes, o que não teria acontecido no casos dos papéis de Roberto do Eleven, Lino Bispo e Esdras Andrade.

O regimento prevê que essa função de auxiliar o sorteio tivesse sido feita pelo 1º secretário da Mesa Diretora da Câmara, que é o vereador Cyborg (PV), que foi a sessão, mas chegou atrasado.
Procurado pelo portal G1, o presidente do legislativo Juvenil Silvério (PSDB) defendeu que não houve fraude no processo, mas admitiu falha ao permitir que o vereador Marcão conduzisse o processo – contrariando o regimento.

Pressionado, Juvenil decidiu fazer novo sorteio, que deveria incluir, pela lei orgânica do município entre os sorteados um vereador do PT, um do PSDB e um terceiro.
Os novos sorteados foram Dulce Rita (PSDB), Juliana Fraga (PT) e Calasans Camargo (PRB).

A ação popular é assinada pelo assessor parlamentar Thomaz Henrique Barbosa da Silva, que atua no gabinete do vereador Fernando Hollyday (DEM) em São Paulo.

Jesse Nascimento

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