Nova avaliação de densidade larvária começa na segunda-feira em São José

A segunda Avaliação de Densidade Larvária (ADL) do ano será realizada de 16 a 30 de abril, com previsão de vistoria em aproximadamente 12.502 imóveis de São José dos Campos. O levantamento tem o objetivo de identificar os níveis de infestação das larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, chikungunya, zika e febre amarela, em todas as regiões da cidade.

O trabalho, a cargo do Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura, seguirá metodologia preconizada pela Sucen (Superintendência de Controle de Endemias). Trabalharão nesta atividade 8 equipes do CCZ, com um total de 79 agentes. Eles visitarão 344 quadras do município, sorteadas por região, sendo que todos os imóveis serão vistoriadas para coleta de possíveis larvas.

Será contabilizada também a existência de tipos e condições de criadouros encontrados, permitindo o reconhecimento de locais e bairros mais críticos, que serão focos de ações prioritárias.

A primeira Avaliação de Densidade Larvária do ano, realizada em janeiro, revelou um índice de 1,4, que representa estado de alerta em relação à infestação do mosquito Aedes aegypti em São José dos Campos.

O índice larvário (Índice Breteau) corresponde ao número de recipientes positivos (com larvas do mosquito Aedes aegypti) pelo número de imóveis pesquisados durante a avaliação. Ou seja, considerando a média de toda a cidade, para cada 100 imóveis pesquisados, foram encontrados 1,4 recipientes positivos.

Com base nos dados obtidos nessa avaliação, o CCZ define as melhores formas de combate às doenças no próximo período. Por exemplo, pode-se redirecionar e intensificar algumas medidas ou alterar as estratégias de controle do mosquito adotadas pelo município.

Dengue
Este ano, até o momento, foram registrados 107 casos de dengue em São José dos Campos, sendo 87 autóctones e 20 importados. O ano de 2017 fechou com 438 casos de dengue. Embora tenha havido uma queda de 74,6% em comparação com 2016, a Prefeitura entende que o monitoramento precisa ser constante.

Da Redação

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