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Ouça: Defesa acha que provas foram manipuladas no caso Maninho

Defesa acha que provas foram manipuladas no caso Maninho (PTB). O vereador, por São José dos Campos, responde a processo no qual é acusado pela promotoria de utilizar funcionário da Câmara para dar expediente no jornal mantido pelo vereador – Jornal Comunidade – no horário de serviço no legislativo.

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A sentença em primeira instância apontou que Maninho Cem Por Cento cometeu crime de improbidade administrativa e é de agosto do ano passado.

O advogado de Maninho, Alberto Rollo, em entrevista exclusiva ao Jornal Piratininga, disse estar confiante em relação ao julgamento do dia 27: “A gente tem boas perspectivas de que o Tribunal vai reverter essa decisão, porque há uma falha processual muito grande, que é o juiz não ter permitido fazer prova. Nós pedimos prova e juiz não permitiu. Portanto, lá no Tribunal, eu acho que a gente vai conseguir anular essa sentença”.

O advogado de Maninho vê fraude na produção de provas por parte da acusação.

“Nós pedimos perícia nessa gravação. Essa gravação foi forjada, foi fraudada e a gente quer perícia disso e o juiz não permitiu que se faça perícia e condenou com base nessa gravação. Portanto, por isso, que gente entende que essa sentença é nula e que o Tribunal deve julgar dessa maneira. Anular e mandar voltar o processo para a primeira instância”.

O julgamento do recurso de Maninho será no dia 27 de fevereiro, no Tribunal de Justiça em São Paulo.

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Jesse Nascimento

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